Posted on | By E. Andrade | In E. Andrade

Já ouvi e vi alguns anjos em minha vida. Muitos desses, mesmo sendo poucos, me disseram bobagens, me contaram historias que exclui, com prazer, de minha mente. Historias sórdidas, com as quais nunca me identifiquei, nunca algo de valor, nunca palavras de fé e/ou de animação e estima.
Um dia nas portas de uma das trevas, pelas quais eu andava, avistei um anjo, sem uma das asas, com rabinho pontudo e aureola. Não esperava ser recebido ou mesmo cumprimentado, por tal “aberração“ criada entre os mundos, posta nesse purgatório, em minha maldição, transformando-a em benção toda minha miséria.
Pois esse conto é passado, mesmo assim, ainda vivo com disposição para crescer por gerações, meu anjo/demônio se foi, pra longe mesmo estando sempre perto mim, seu físico se mantêm ausente, mas sei que seu coração, como o meu, e seu espírito idem, aceso estão.
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