Posted on | By E. Andrade | In
escondidos pedaços de mundos e nesses mundos as coisas pudessem se
transformar no que a minha imaginação permitir. as vezes me pego pensando em absurdos, criando teorias que parecem não fazer sentido, inventando um pouco de historia em todo ser, aparentemente,
monótono. minha curiosidade ultrapassa algumas barreiras e, quando percebo, estou ouvindoa conversa do desconhecido, mesmo que estejam conversando sobre algo
nada interessante. a alguns anos a psicologia era meu sonho, me
nada interessante. a alguns anos a psicologia era meu sonho, me
encantava com o 'saber', 'conhecer',
'ajudar', o tempo passou e o medo dos
'ajudar', o tempo passou e o medo dos
seres humanos foi aumentando, quanto mais
eu os conhecia, mais pensava em não me
unir a eles, decidi que queria tudo,
menos entender. talvez a minha prepotencia
e a minha teimosia sejam fatores
e a minha teimosia sejam fatores
marcantes, diria eu que os maiores, se a minha
possessividade não ganhasse
destaque entre meus defeitos. a mente fértil contrasta
destaque entre meus defeitos. a mente fértil contrasta
com a péssima memoria, que a cada dia deixa mais
rastros de que não se
rastros de que não se
deve confiar em números, JAMAIS. eu não ligo se algumas
pessoas que gosto tem
mania de cheirar shampoos nas
mania de cheirar shampoos nas
prateleiras do mercado, ou se outras costumam
esquecer tudo que falaram
a dois minutos atrás, eu as amo, poxa.
a dois minutos atrás, eu as amo, poxa.
sei é que não me preocupo
em dizer que vou ao estádio tocer pelo
meu time quando não tem jogo e fico por
meu time quando não tem jogo e fico por
lá, gritando como uma louca em pleno estádio vazio, como se não
bastasse, nem de futebol eu gosto.
bastasse, nem de futebol eu gosto.
eu sou fresca, meio mimada e nada sociavel. tenho poucos amigos e
agradeço por isso. me decepciono o tempo todo e isso faz com que
agradeço por isso. me decepciono o tempo todo e isso faz com que
eu me mostre uma pessoa fraca e sensivel.
e eu sou. não me envergonho de lágrimas, mas sim de sorrisos forçados. nada como o sorrir espontaneo, como o abraço surpresa, como o beijo com amor.
e eu sou. não me envergonho de lágrimas, mas sim de sorrisos forçados. nada como o sorrir espontaneo, como o abraço surpresa, como o beijo com amor.
dou minha pele pelos meus amigos,
mas não arrisco um fio de
cabelo por quem destrói minha confiança.
cabelo por quem destrói minha confiança.
eu aprendi a não dizer 'nunca mais',
mas também aprendi a não julgar o destino
alheio. desisti de cuidar
de quem eu amo. mal aprendi a cuidar
de quem eu amo. mal aprendi a cuidar
de mim. mas mesmo sem saber me cuidar,
eu continuo seguindo meu
caminho e arriscando tudo que tenho.
caminho e arriscando tudo que tenho.
as consequencias chegam pra quem quiser
ver e, sejam quais forem,
você vai ter que enfrentá-las.
você vai ter que enfrentá-las.
sou antipatica, orgulhosa e muito chata. mas esse
ainda não é o meu pior. e,
como dizia Marilyn Monroe, "se você
como dizia Marilyn Monroe, "se você
não consegue lidar com o meu pior, sem dúvidas
não merece o meu melhor".
(texto escrito para o meu grande amigo
E.Andrade um pouco nós, de idéias que
temos em comum.
Um beijo, cem beijos Marii Galvão)
pS¹: Meus textos não chega nem aos pés
dos seus, então quero ver aqui seus textos
publicados pra isso que serve seu blogger.
Ti gosto! e ti cuida sempre.
Edinho...Edinho...por isso q vc anda com essa cara de caganeira....