Posted on | By £ai£a M.L. ¢astilho | In Laila M.L. Castilho
Sem saber quando iremos, nós vivemos;
na certeza da morte, quando ocorerá não sabemos;
mas há uma coisa que afirmo, com toda convicção que tenho;
Que os sonhos sonhados nunca ao léu;
Servem como esperança para um futuro com desdém;
À espera de um dia visitar o céu.
Será, que nosso corpo em ruínas desprenderá uma névoa escura que chamam de alma?
Ou será que ali ficamos com calma à esperar o esquecimento?
Óh! meu Deus;
Não quero respostas;
Apenas quero ter ceteza;
Que esse ser insano que sou;
Terá a isenção de toda tormenta;
Que abala a alma e corrói o corpo sem pena;
Nos levando ao fracasso total.
Viver é apenas pagar brandamente nossos pecados;
Recordar e chorar o passado;
E planejar o futuro;
Que antes de chegar poderá ter acabado.
na certeza da morte, quando ocorerá não sabemos;
mas há uma coisa que afirmo, com toda convicção que tenho;
Que os sonhos sonhados nunca ao léu;
Servem como esperança para um futuro com desdém;
À espera de um dia visitar o céu.
Será, que nosso corpo em ruínas desprenderá uma névoa escura que chamam de alma?
Ou será que ali ficamos com calma à esperar o esquecimento?
Óh! meu Deus;
Não quero respostas;
Apenas quero ter ceteza;
Que esse ser insano que sou;
Terá a isenção de toda tormenta;
Que abala a alma e corrói o corpo sem pena;
Nos levando ao fracasso total.
Viver é apenas pagar brandamente nossos pecados;
Recordar e chorar o passado;
E planejar o futuro;
Que antes de chegar poderá ter acabado.
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